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Flávia Saraiva conquista ouro nas barras e mira trave no Mundial

A ginasta de 26 anos bate a americana Tatum Drusch e abre caminho para o Mundial em Roterdã.

Redação Voz do Gol2 min de leitura
Flávia Saraiva conquista ouro nas barras e mira trave no Mundial

Flávia Saraiva, de 26 anos, conquistou o ouro nas barras assimétricas na etapa da Hungria da Copa do Mundo de ginástica artística, realizada em Szombathely no sábado (19), ao somar 13,366 pontos e deixar a americana Tatum Drusch (13,300) em segundo lugar, o que a coloca como favorita para a prova no Mundial de Roterdã.

A competição húngara é o último grande teste antes do Campeonato Mundial, programado para 17 a 25 de outubro na Holanda, e serve como termômetro da forma dos atletas; Saraiva já vinha colecionando pódios nas etapas europeias, consolidando seu papel de referência brasileira nas barras após a reconstrução do programa pós-Olimpíadas de 2024.

Na final, a brasileira executou uma rotina com dificuldade 5,6 e execução 7,766, totalizando 13,366; ao seu lado, a eslovaca Barbora Kundrát ficou com 13,233 e a compatriota Lorrane Oliveira, em quarto, marcou 13,166, demonstrando a estreita disputa entre as principais concorrentes da prova.

Além das barras, Saraiva ainda tem duas finais no domingo (20), nas modalidades de trave e solo, onde enfrentará a também medalhista Rebeca Andrade (trave) e Lorrane Oliveira (solo); a presença de Caio Souza, Lucas Bittencourt e Arthur Nory em paralelas e fixa reforça a profundidade da equipe brasileira na Copa do Mundo.

O ouro de Saraiva eleva o moral da delegação e amplia as expectativas de medalhas para o Mundial, pois a consistência na execução reduz a pressão sobre Andrade na trave e amplia a pontuação coletiva da equipe, fator decisivo nos rankings de países.

Internacionalmente, a vitória estreita a diferença entre Brasil e as potências tradicionais; o placar de 13,366 coloca Saraiva à frente de Drusch e Kundrát, indicando que a dificuldade de 5,6 está alinhada com os requisitos de pontuação para o pódio nas próximas competições.

No domingo, a ginasta buscará repetir a perfeição nas duas finais restantes, enquanto os treinadores já ajustam detalhes técnicos para o Mundial; a evolução de sua rotina, possíveis upgrades de dificuldade e a capacidade de manter a execução acima de 7,5 serão os principais indicadores a observar nos próximos meses.

Fonte: Folha Esporte

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