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Flick enfrenta dilema de escalação no Barcelona em 2026/27

O técnico alemão admite que montar a equipe titular será o maior teste da sua gestão.

Redação Voz do Gol2 min de leitura
Flick enfrenta dilema de escalação no Barcelona em 2026/27

Hansi Flick reconheceu nesta terça‑feira (8) que gerir um Barcelona repleto de estrelas será o maior obstáculo da sua terceira temporada, mesmo após duas conquistas consecutivas da LaLiga e a renovação de contrato até 2028.

O clube catalão chegou à temporada 2026/27 como detentor da maioria de campeões mundiais de 2026, após a seleção espanhola levantar a Copa do Mundo, e já lidera a LaLiga, reforçando a ambição de um tricampeonato nacional e da tão sonhada volta à Champions League.

A janela de transferências trouxe Anthony Gordon, Rodri, Karim Adeyemi e Gabriel Jesus, enquanto a saída de Ferran Torres e a saída por empréstimo de Álvaro Cortés, Ronald Araújo, Marc‑ter Stegen e Marc Casadó deixaram lacunas que o técnico deverá preencher sem garantias de titularidade imediata.

Raphinha, Lamine Yamal e Dani Olmo permanecem como peças intocáveis, mas Flick enfatizou que a decisão sobre o time titular cabe a ele, após diálogos com a comissão técnica e explicações individuais aos jogadores que não iniciam as partidas.

Do ponto de vista tático, a necessidade de rotacionar jogadores de alto nível aumenta a profundidade do elenco, porém eleva o risco de atritos internos e de perda de identidade de jogo, sobretudo em confrontos decisivos da Champions League contra o Feyenoord.

A experiência de Ferran Torres, que buscava mais minutos antes de deixar o clube, serve de alerta para Flick; ele pretende evitar que novos reforços como Gordon ou Jesus fiquem à margem, ao mesmo tempo que reduz a frequência de Jules Koundé para adequar o esquema titular.

O próximo teste virá na estreia da fase de grupos da Champions League, nesta quarta‑feira (9), quando o Barcelona recebe o Feyenoord no Camp Nou, seguido pelo duelo fora de casa contra o Levante na LaLiga no domingo (13), momentos críticos para observar a política de escalação do técnico.

Fonte: Trivela

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