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Fluminense tenta driblar denúncia contra Lucho Acosta antes da Libertadores

STJD tem até 20 de setembro para decidir sobre o caso que pode tirar o meia da campanha continental.

Redação Voz do Gol2 min de leitura
Fluminense tenta driblar denúncia contra Lucho Acosta antes da Libertadores

Lucho Acosta deve escapar da denúncia do STJD, mas o Fluminense permanece em estado de alerta enquanto o prazo de 60 dias para definição se encerra em 20 de setembro, data decisiva para a campanha da Libertadores. A decisão, ainda que pareça favorável ao atleta, ainda pode ser reaberta se surgirem novos indícios, o que mantém a incerteza sobre a disponibilidade do meia nas próximas rodadas.

O caso teve origem no empate 1 a 1 entre Fluminense e Bragantino, disputado em 17 de julho no Maracanã, pela 19ª rodada do Brasileirão. Acosta recebeu cartão amarelo aos 47 minutos do segundo tempo por empurrar Lucas Barbosa, em uma confusão que durou cinco minutos, conforme descreveu o árbitro Davi de Oliveira Lacerda. A casa de apostas Stake apontou um volume anormal de apostas no cartão, enviou o alerta à Sportradar, que repassou à CBF, desencadeando a investigação.

Desde então, Acosta participou de reuniões e depoimentos, acompanhado por advogados do clube, enquanto o Fluminense ofereceu apoio para evitar queda de rendimento. O jogador renovou contrato recentemente, o que acrescenta uma camada de importância ao caso para a gestão tricolor. O precedente do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, que teve o caso arquivado em 2023 e reaberto após operação da PF, serve de alerta para a possibilidade de nova abertura do processo contra Acosta.

No momento, o Tricolor ocupa posição entre os quatro primeiros do Brasileirão, garantindo vaga na fase de grupos da Libertadores, onde já avançou para a fase de grupos. Acosta tem sido peça-chave no meio‑campo, contribuindo com gols e assistências que mantêm o time competitivo tanto no campeonato nacional quanto na competição continental.

Do ponto de vista tático, a ausência de Acosta por eventual suspensão poderia forçar o técnico Abel Braga a ajustar a formação, possivelmente recorrendo a jogadores menos experientes da base, o que poderia comprometer a fluidez ofensiva do time. Financeiramente, um processo prolongado pode gerar custos judiciais e impactar a imagem do clube perante patrocinadores, especialmente em um momento de alta visibilidade na Libertadores.

A contagem regressiva para 20 de setembro é o próximo marco; caso o STJD arquive o caso, a decisão pode ser revista se surgirem novas evidências, como ocorreu no caso de Bruno Henrique. O Fluminense tem partida na Libertadores contra o Palmeiras na primeira semana de outubro, e a situação de Acosta será observada de perto pelos torcedores e pela imprensa esportiva.

Fonte: ge.globo

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