Maravilha, pioneira na CBF, vê Seleção feminina bem servida no gol
Primeira preparadora de goleiras da CBF, a ex-goleira acompanha Lorena desde o Grêmio e cobra mais protagonismo das atletas da posição.

Marlisa Wahlbrink, a Maravilha, ex-goleira da Seleção Brasileira e primeira mulher a trabalhar como preparadora de goleiras na CBF, avaliou que o Brasil tem boas opções para a posição. Em entrevista ao videocast do ge RS sobre a Copa do Mundo Feminina, ela destacou a evolução de Lorena e também citou Lelê, do Corinthians.
A trajetória de Maravilha passa por momentos marcantes da modalidade no país. Ela disputou a Copa do Mundo de 1999, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 2004 com a Seleção e, em 2019, assumiu a função de preparadora de goleiras na confederação, algo inédito para uma mulher.
Sobre Lorena, a ex-goleira contou que acompanha a atleta desde o período no Grêmio e que notou um salto de qualidade depois da passagem pelo futebol dos Estados Unidos. "Ela teve uma evolução gigantesca", afirmou Maravilha, que completou a avaliação sobre as opções do Brasil: "De goleiras, estamos muito bem servidas".
A conversa foi gravada antes de Lorena ser indicada à Bola de Ouro, reconhecimento que reforça o peso crescente das goleiras no futebol feminino. Mesmo satisfeita com o nível atual, Maravilha chamou atenção para a preparação específica das atletas da posição e defendeu que elas assumam mais protagonismo em campo.
O episódio, terceiro da série do ge RS, também tratou das mudanças nos treinamentos de goleiras ao longo das últimas décadas e da expectativa para o Mundial de 2027, que terá o Brasil como sede.
Com informações de ge.globo
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