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Raheem Sterling admite direção com gás do riso, risco de 2 anos

Ex-atacante da Inglaterra reconhece culpa por conduzir sob efeito de óxido nitroso antes de acidente em Hampshire

Redação Voz do Gol2 min de leitura
Raheem Sterling admite direção com gás do riso, risco de 2 anos

Raheem Sterling, ex-atacante da seleção inglesa, se declarou culpado por direção perigosa sob efeito de óxido nitroso, fato que pode levar à pena máxima de dois anos de prisão, conforme a audiência realizada em 16 de setembro de 2026.

O caso surge quando o jogador, que passou por Arsenal, Chelsea, Liverpool e Manchester City, encontrava‑se sem clube desde o fim da temporada 2025/26, mas ainda mantinha contratos de patrocínio de alto valor, como com a Nike, que poderiam ser revistos diante da gravidade da acusação.

Imagens divulgadas pelo The Sun mostram Sterling ao volante de uma Lamborghini Urus, com um balão branco contendo óxido nitroso na cabine, acelerando e reduzindo a velocidade de forma irregular na rodovia de Hampshire, a cerca de 1h30 de Londres, minutos antes do acidente ocorrido em maio.

Ao chegar ao local, a polícia encontrou seis recipientes de óxido nitroso, quatro pneus estourados e danos significativos na lateral do veículo; o motorista foi detido, e o vídeo da abordagem policial foi também veiculado pela mídia britânica.

Durante o julgamento, Sterling reconheceu que estava sob efeito da substância e que sua conduta colocou em risco a vida de terceiros; a sentença está prevista para 25 de novembro de 2026, e a lei prevê até dois anos de reclusão para direção perigosa combinada com posse de substâncias controladas.

O desfecho judicial pode desencadear sanções disciplinares da FA (Football Association) e de eventuais patrocinadores, além de dificultar um retorno ao futebol profissional, já que clubes tendem a evitar jogadores com histórico criminal recente.

Nos próximos dias, a atenção da imprensa e dos torcedores se voltará para o veredicto de novembro, para possíveis recursos e para a reação das partes envolvidas – FA, Nike e possíveis futuros empregadores – que definirão se Sterling poderá retomar sua carreira ou se o incidente marcará o fim de sua trajetória no futebol de elite.

Fonte: ge.globo

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