Sabalenka supera Noskova e garante semifinal no US Open
A vitória em três tie‑breaks mantém a bielorrussa no topo da WTA e abre caminho para a terceira final consecutiva em Nova York.

Na terça‑feira, 8 de setembro de 2024, Aryna Sabalenka superou a campeã de Wimbledon, Linda Noskova, por 7‑6(7‑1), 3‑6 e 7‑6(10‑7) na quadra central de Flushing Meadows, assegurando a vaga na semifinal do US Open e prolongando sua liderança no ranking da WTA por ao menos mais um dia.
Sabalenka chegou ao torneio como atual número 1 e defensora do título de 2023, sem ter perdido um set até o confronto com Noskova, que ocupa a sexta posição mundial e vinha de um histórico de vitórias em quadras rápidas. A partida foi crucial também para a batalha de ranking com a número 2, Elena Rybakina, que ainda pode ultrapassá‑la caso chegue à semifinal.
O duelo durou duas horas e 21 minutos e foi decidido nos dois tie‑breaks, ambos vencidos pela bielorrussa. Ela chegou a ficar 3‑2 no terceiro set, com uma quebra de desvantagem, mas manteve a calma e converteu a oportunidade ao fechar o tie‑break em 10‑7, somando seu décimo tie‑break consecutivo vencido no US Open.
Sabalenka admitiu que, ao acreditar que o jogo havia terminado, “relaxou e arriscou mais”, estratégia que lhe permitiu virar o momento crítico. “Que batalha, que jogadora incrível ela é. Eu me esforcei até o limite, especialmente no terceiro set”, declarou, reforçando a importância da confiança gerada por situações de alta pressão.
Taticamente, a vencedora combinou um saque potente com golpes de fundo de quadra agressivos, explorando a vulnerabilidade de Noskova nos momentos de transição. O triunfo eleva ainda mais sua motivação para buscar o terceiro título consecutivo em Nova York, ao mesmo tempo em que pressiona Rybakina a responder na quarta‑feira contra Zheng Qinwen.
Na semifinal, Sabalenka enfrentará a vencedora entre as americanas Jessica Pegula (n.º 3) e Emma Navarro (n.º 27), que se decidirão ainda nesta terça‑feira. O próximo desafio será observar se a capacidade de Sabalenka de fechar tie‑breaks sob pressão continuará sendo o diferencial para alcançar a histórica tríade de títulos no US Open.
Fonte: Gazeta Esportiva
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