Crespo elogia ataque da Inter como o mais completo da Serie A
Ex-atacante e ídolo da Inter destaca a combinação de mobilidade, versatilidade e produção ofensiva dos quatro principais avançados.

Hernán Crespo declarou à Gazzetta dello Sport que o ataque da Internazionale é o mais completo da Serie A, reforçando a importância de um setor ofensivo equilibrado para a conquista precoce do 21º Scudetto, já assegurado com três rodadas de antecedência.
Sob o comando de Cristian Chivu, a Inter iniciou a temporada 2026/27 com vitória por 4 a 1 sobre o Monza, demonstrando a eficácia de um sistema que privilegia a mobilidade dos pontas e a troca rápida de passes, enquanto a tabela mostra a equipe liderando com 71 pontos após 30 rodadas.
O quartetão formado por Lautaro Martínez, Marcus Thuram, Pio Esposito e Ange‑Yoan Bonny somou 57 participações diretas em gols: Martínez registrou 17 gols e seis assistências em 30 jogos, Thuram 13 gols e seis assistências em 29, enquanto Esposito e Bonny contribuíram com 11 gols ou assistências cada um, sendo o último com duas partidas a menos.
Crespo destacou individualmente cada peça: “Martínez tem qualidade superior, mas Thuram traz velocidade, drible e generosidade; Esposito, de 21 anos, é uma joia que ainda precisa de consistência; Bonny, recém‑chegado de 2025, combina força física e técnica em espaços curtos”.
Taticamente, Chivu tem alternado formações que variam entre 4‑3‑3 e 4‑2‑4, explorando cruzamentos pelas pontas, infiltrações centrais e verticalizações repentinas, permitindo que o quarteto troque de posição sem perder a fluidez, o que Crespo descreveu como “todo o repertório para que a dupla de ataque funcione muito bem”.
Esse dinamismo tem reflexos financeiros: o valor de mercado de Martínez e Thuram ultrapassa os €80 milhões cada, enquanto Esposito e Bonny já despertam interesse de clubes da Premier League, o que garante à Inter recursos para reforçar outras áreas e manter a competitividade na Champions League.
Com a próxima partida contra a Juventus no Estádio Giuseppe Meazza, o olhar se volta para a capacidade de Chivu de manter a rotação sem sacrificar a eficácia, especialmente nas fases decisivas da Liga dos Campeões, onde a versatilidade do ataque será testada contra defesas europeias mais compactas.
Fonte: Trivela
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