Conmebol defende Gianni Infantino
Confederação sul-americana pede respeito ao processo eleitoral na Fifa em meio à pressão da Uefa

A Conmebol se manifestou sobre a crise na Fifa e defendeu o presidente Gianni Infantino, pedindo respeito ao processo eleitoral. Em nota oficial, a confederação sul-americana expressou preocupação com as ações unilaterais adotadas sem diálogo nem mecanismos institucionais, destacando a importância do respeito às normas e ao processo eleitoral.
A crise na Fifa começou quando o presidente Gianni Infantino anunciou a possibilidade de criar uma subsidiária para vender ações da entidade a investidores privados. A Uefa foi a primeira a se posicionar contra, anunciando um boicote às competições da Fifa se a ideia não fosse cancelada. A Concacaf e a AFC também reprovaram a medida.
A Conmebol, que apoia Infantino, tem sido um aliado importante do presidente da Fifa. O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, tem trabalhado em estreita colaboração com Infantino para ampliar a Copa do Mundo de 2030 para 64 seleções, um projeto que enfrenta resistência na Europa.
A Uefa defende abertamente a mudança na presidência da Fifa, mas Infantino ainda tem apoiadores importantes, como o Marrocos. A Conmebol avisa que não apoiará qualquer mudança feita fora do processo eleitoral, que terá um prazo para apresentação de candidaturas.
A situação na Fifa é complexa e pode ter implicações significativas para o futebol mundial. A Conmebol está em uma posição delicada, pois precisa equilibrar sua relação com a Uefa e a Fifa. O desfecho da crise ainda é incerto, mas uma coisa é certa: o futuro do futebol internacional depende da resolução dessas questões.
O próximo passo será a apresentação de candidaturas à presidência da Fifa, que deve ocorrer no ano que vem. A Conmebol deve manter sua posição de respeito ao processo eleitoral e não apoiar mudanças fora desse processo. O mundo do futebol aguarda ansiosamente o desfecho dessa crise.
A crise na Fifa também tem implicações financeiras significativas. A venda de ações da entidade a investidores privados poderia arrecadar bilhões de dólares, mas a oposição da Uefa e de outras confederações pode ter impedido essa possibilidade. Agora, a Fifa precisa encontrar outras maneiras de financiar seus projetos e competições.
Em resumo, a Conmebol defendeu Gianni Infantino e pediu respeito ao processo eleitoral na Fifa. A crise na entidade é complexa e tem implicações significativas para o futebol mundial. O desfecho ainda é incerto, mas a Conmebol deve manter sua posição e não apoiar mudanças fora do processo eleitoral.
Fonte: ge.globo
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