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Brasil busca liderança

A Seleção Feminina de Vôlei enfrenta desafios na Liga das Nações

Redação Voz do Gol3 min de leitura
Brasil busca liderança

A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei entra na reta decisiva da fase classificatória da Liga das Nações com um objetivo claro: chegar ao topo. Em Osaka, no Japão, a equipe comandada por José Roberto Guimarães abre a terceira e última semana de jogos preliminares vivendo uma de suas melhores campanhas recentes na competição, com sete vitórias e apenas uma derrota até aqui.

O saldo, contudo, não é suficiente para colocar o Brasil na liderança. A seleção ocupa a segunda colocação, com 20 pontos, igualando os Estados Unidos em número de vitórias, mas ficando atrás no critério de desempate por saldo de sets. É justamente esse detalhe que transforma a última semana em algo mais do que uma formalidade: cada set disputado passa a ter peso duplo, tanto pela vitória quanto pela diferença acumulada que pode decidir a ponta da tabela.

Vale lembrar como funciona a Liga das Nações para entender o que está em jogo. A competição reúne as principais seleções do mundo em uma fase preliminar disputada em diferentes sedes ao longo de semanas, na qual todos acumulam pontos por vitórias e sets. As mais bem colocadas ao fim dessa etapa avançam para a fase final, e uma posição de destaque na classificação geral costuma render um chaveamento mais favorável no mata-mata. Por isso, brigar pela liderança não é vaidade estatística: é a busca por um caminho mais tranquilo rumo ao título.

A programação brasileira na semana começa contra o Japão, anfitrião do torneio, na quarta-feira, às 7h20 (horário de Brasília). Enfrentar a seleção da casa sempre carrega dificuldade adicional, pelo apoio da torcida e pela qualidade técnica do time japonês, tradicionalmente veloz e disciplinado na defesa.

Na sequência, o Brasil mede forças com a Polônia, na sexta-feira, também às 7h20 (de Brasília). A equipe polonesa vem embalada e teve uma campanha parecida com a brasileira na segunda semana da competição, somando três vitórias e uma derrota. É o tipo de adversário em ascensão no vôlei europeu, que exige atenção redobrada.

O terceiro compromisso é diante da Tailândia, no sábado, às 3h30 (de Brasília). As tailandesas são conhecidas pelo carisma e por uma relação afetiva de longa data com a Seleção Brasileira, sempre bem recebidas pelo público. No campo técnico, porém, vivem momento difícil: são apenas duas vitórias em oito jogos na atual Liga das Nações, o que as coloca na 14ª posição do torneio. No papel, é a oportunidade mais clara de o Brasil somar pontos e, sobretudo, ampliar o saldo de sets que pode ser decisivo na conta final.

O ponto alto da semana fica para o encerramento. Na madrugada de domingo, à 0h (de Brasília), o Brasil encara os Estados Unidos em um confronto que pode definir a primeira colocação da fase classificatória. Não é um jogo qualquer. Brasil e EUA protagonizam um dos maiores clássicos do vôlei mundial, rivalidade forjada em decisões de altíssimo nível, incluindo as finais olímpicas de 2008 e 2012. O histórico entre as duas seleções carrega a memória de embates equilibrados e de altíssima intensidade, sempre com muita disputa até os pontos finais.

A matemática favorece o clima de decisão. Como as duas seleções estão empatadas em vitórias e separadas apenas pelo saldo de sets, uma vitória brasileira sobre as norte-americanas pode levar o Brasil à liderança da competição e garantir uma posição mais confortável para a fase final. É o desfecho ideal para uma campanha que, até aqui, mostrou consistência: das oito partidas disputadas, o time de Zé Roberto perdeu apenas uma.

As transmissões da semana ficam a cargo do Sportv 2, da GeTV (canal no YouTube) e da VBTV, plataforma oficial da competição. Para o torcedor brasileiro, será uma sequência de jogos em horários matinais e de madrugada, típica das etapas disputadas no fuso asiático, mas com recompensa à altura: a chance de ver a seleção brasileira fechar a fase classificatória na ponta da tabela e chegar embalada ao momento mais importante do torneio, quando o título passa a estar realmente em disputa.

Fonte: Gazeta Esportiva

Perguntas frequentes

Qual a situação do Brasil na Liga das Nações de vôlei feminino?

O Brasil é vice-líder, com 20 pontos, sete vitórias e uma derrota. Está empatado em vitórias com os EUA, mas fica atrás no saldo de sets.

Quais adversários o Brasil enfrenta na última semana em Osaka?

O Brasil joga contra Japão (quarta), Polônia (sexta), Tailândia (sábado) e Estados Unidos (madrugada de domingo).

Onde assistir aos jogos do Brasil na Liga das Nações?

As partidas têm transmissão do Sportv 2, da GeTV (YouTube) e da VBTV.

O que o Brasil precisa para assumir a liderança?

Somar pontos e ampliar o saldo de sets. Uma vitória sobre os EUA no último jogo pode levar o Brasil à primeira colocação da fase classificatória.

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